terça-feira, 16 de julho de 2013
Português: Formação do plural – Parte 2
Formação do plural – Parte 2
1a) CHAPÉUS ou CHAPÉIS?
O certo é: CHAPÉUS.
As palavras terminadas em “éu” fazem plural em “éus” (=com a desinência “s”): réu – réus; troféu – troféus; fogaréu – fogaréus…
OBSERVAÇÃO:
As palavras terminadas em “el” fazem plural em “éis”: papel – papéis; pastel – pastéis; anel – anéis…
2a) DEGRAUS ou DEGRAIS?
O certo é: DEGRAUS.
As palavras terminadas em “au” fazem plural com o acréscimo de “s”: degrau – degraus; grau – graus; sarau – saraus; bacalhau – bacalhaus…
As palavras terminadas em “al” fazem plural em “ais”: animal – animais, canal – canais; vogal – vogais; igual – iguais…
DESAFIO
Que é helicicultura?
a) cultura de caramujos;
b) fabricação de hélices;
c) cultivo de plantas voadoras.
Resposta do DESAFIO:
Letra (a). Helicicultura é o cultivo de caramujos do gênero Hélix. Hélice vem do grego Hélix, helikos. Na zoologia, é o gênero dos moluscos ao qual pertence o caracol. Hélice é o que tem forma de caracol. Isso significa, portanto, que o caracol (=caramujo, escargô) pertence ao gênero Hélix (=hélice). Obviamente nada tem a ver com a sua velocidade…
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Português: no Recife ou em Recife? Em França ou na França? Em Tocantins ou no Tocantins?
DÚVIDAS
1ª) Leitor quer saber: no Recife ou em Recife?
Comentário de leitor: “Tenho observado que nossos jornais escrevem de diferentes formas.”
É este o nosso pecado: a falta de padronização. Não devemos reduzir o caso a uma simples discussão de certo ou errado.
O fato é que no sul do país, costumamos omitir o artigo: “nasceu em Recife, vem de Recife, viajou para Recife”.
Já os recifenses fazem questão do artigo. Tomam por base uma antiga regra (nem sempre respeitada) que diz ser obrigatório o uso do artigo quando o nome do lugar se origina de um acidente geográfico, como o Rio de Janeiro e a Bahia. Como o Recife vem de recife (rochedos à flor da água nas proximidades da costa), deveríamos usar o artigo: “nasceu no Recife, vem do Recife, viajou para o Recife”.
Algo semelhante ocorreu com “as Minas Gerais” e com “as Alagoas”. Hoje em dia, a tendência da maioria é omitir o artigo: “nasceu em Minas Gerais, vem de Alagoas”.
2ª) Em França ou na França?
A dúvida se deve ao fato de o uso no Brasil ser diferente do de Portugal.
Em Portugal, o mais frequente é dizer: “em França”.
No Brasil, há muito tempo, que há uma visível preferência por “na França”.
3ª) Em Tocantins ou no Tocantins?
Dizer que ele nasceu “em Tocantins”, embora seja muito frequente no Rio de Janeiro, não é a forma preferencial NO Tocantins.
Sugiro que respeitemos o uso local: “Ele nasceu no Tocantins”.
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Português: O que é um pterodáctilo? E qual é a relação que há entre um morcego e um helicóptero?
…o que é um pterodáctilo? E qual é a relação que há entre um morcego e um helicóptero?
1. Pterodáctilo, ou pterodátilo, vem do grego: ptero (=asa) + dáctilo (=dedo). Um pterodáctilo tem os dedos unidos por uma membrana, formando uma “asa”. Pterodáctilo é espécime dos répteis pterossauros, que viveram no período jurássico. Eram voadores. Apresentavam “membrana alar (=relativo a asa) grande, que se estendia desde a parte lateral do corpo, até o quarto dígito (=dedo), que era extremamente desenvolvido”.
Do elemento grego “dáctilo” deriva a datilografia (=escrever com toques de dedo numa máquina) e a datiloscopia (=sistema de identificação por meio das impressões digitais).
E do elemento “ptero” deriva o áptero (=sem asas) e o díptero (=com duas asas).
2. A relação que há entre um morcego e um helicóptero é o elemento grego “ptero”. O helicóptero é assim chamado porque a “asa” (=ptero) é a própria hélice. E o morcego é um quiróptero, que é a ordem de mamíferos noturnos, voadores: quiro (=mão) + ptero (=asa). A “asa” do morcego é uma membrana entre os dedos da “mão”.
Do elemento “quiro” deriva a quiromante (=quem adivinha o futuro por meio da leitura das linhas da mão) e a cirurgia: “cir” = “quiro” (mão) + “urgia” (trabalho).
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Português: Formação do plural Parte 3 - Plural das palavras COMPOSTAS - Qual o plural de mico-leão? Saiba mais sobre palavras compostas.
Formação do plural – Parte 3
Plural das palavras COMPOSTAS
1) Quando o substantivo composto é constituído de palavras que se escrevem ligadamente, sem hífen, somente o último elemento vai para o plural:
aguardentes, pontapés, vaivéns…
2) Quando a palavra composta, com HÍFEN, é constituída de
substantivos que têm plural, o normal é os dois irem para o plural:
abelhas-mestras, amigos-ursos, capitães-tenentes, capitães-aviadores, cartas-bilhetes, cirurgiões-dentistas, couves-flores, decretos-leis, micos-leões, pesos-galos, porcos-espinhos, sacis-pererês, tamanduás-bandeiras, tenentes-coronéis…
3) Quando a palavra composta, com HÍFEN, é constituída de
substantivos e o segundo faz papel de adjetivo (especifica o primeiro), os dois elementos poderiam ir para o plural, mas a forma preferencial é só o primeiro ir para o plural:
bombas-relógio, canetas-tinteiro, carros-bomba, decretos-lei, elementos-chave, homens-macaco, homens-rã, licenças-prêmio, livros-caixa, mangas-rosa, navios-escola, operários-padrão, papéis-moeda, peixes-boi, pombos-correio, salários-família, tatus-bola…
A diferença é a seguinte: em TENENTE-CORONEL, o segundo substantivo NÃO faz papel de adjetivo (= tenente-coronel NÃO é um tipo de tenente). O plural é TENENTES-CORONÉIS; em OPERÁRIO-PADRÃO, o segundo substantivo faz o papel de adjetivo (= operário-padrão é um tipo de operário). O plural é OPERÁRIOS-PADRÃO.
Observe que algumas palavras aceitam as duas formas de plural: DECRETOS-LEIS ou DECRETOS-LEI. Observe também que muitas palavras NÃO seguem a regra: CIDADES-SATÉLITES, MICOS-LEÕES, TAMANDUÁS-BANDEIRAS… A tendência atual é pôr os dois substantivos no plural.
DESAFIO
Que é antropônimo?
a) nome de lugares;
b) nome próprio de pessoa;
c) nome igual.
Resposta do DESAFIO:
Letra (b) = antropo (=ser humano) + ônimo (=nome).
O nome de lugares é topônimo, e nome igual é homônimo.
DÚVIDAS
1ª) Leitor quer saber se a frase “Autor desmistificou o herói” está correta?
Como a intenção era dizer que o herói deixou de ser um mito, o correto seria dizer “Autor desmitifica o herói”.
Desmitificar vem de mito, e significa “desfazer o mito, acabar com o mito”. Desmistificar vem de mística, e significa “acabar com a mística, desfazer a farsa, o engano”.
2ª) Qual é a diferença entre DESTRATAR e DISTRATAR?
a) DESTRATAR é “tratar mal”;
b) DISTRATAR é “romper um contrato”.
…qual é a origem da palavra baderna?
Há controvérsias.
1. O professor Deonísio da Silva, no seu livro De onde vêm as palavras, afirma que baderna vem “do latim baderna, que no francês deu baderne e no italiano baderna, todos os vocábulos com o significado de desordem, bagunça”.
2. No dicionário Michaelis, encontramos: “baderna sf (de Baderna, np)”. Isso significa que baderna é um substantivo feminino (sf) e deriva de Baderna, nome próprio (np). Esse nome próprio está explicado no dicionário Aurélio: “baderna [Do antropônimo Baderna, de uma dançarina que esteve no Rio em 1851.]”
Segundo o mesmo dicionário Aurélio, a palavra baderna que vem do latim baderna ou do francês baderne é um tipo de botão usado na Marinharia.
Pelo visto, é bastante forte a tese de que baderna (=bagunça, desordem) vem mesmo da dançarina Maria Baderna, que teria feito muito sucesso entre nós e levados seus fãs ao delírio. Devido às manifestações exageradas, eram chamados de badernistas: fãs de Maria Baderna e desordeiros.
O fato de um nome próprio tornar-se comum não é impossível, muito menos “proibido”. Há outros exemplos, como é o caso da palavra carrasco (=executor de pena de morte, algoz, verdugo). Segundo o dicionário Aurélio e o professor Deonísio da Silva, carrasco deriva do antropônimo Carrasco, de Belchior Nunes Carrasco, célebre algoz que teria vivido em Lisboa no século XVII.
É o que, na prática, já está acontecendo com a palavra “aurélio” quando é usada como sinônimo de “dicionário”.
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Português: O que é hibridismo? - Prover ou provir; coser ou cozer? Confira as diferenças
VOCÊ SABE…
…o que é hibridismo?
Em biologia, híbrido é o ser originário do cruzamento de espécies diferentes.
Em linguagem, palavras híbridas são compostas por elementos de línguas diversas, como é o caso de automóvel e televisão. Automóvel é “aquele que move a si mesmo”: auto (do grego = a si mesmo) + móvel (do latim). Televisão é “ver à distância”: tele (do grego = distância) + visão (do latim).
As palavras decâmetro e quilograma não são híbridas, porque “deca” (=dez), “quilo” (=mil) e “metro” (=medida) vêm do grego. Não há mistura.
Por outro lado, decímetro e milímetro são híbridas. O elemento “metro” é de origem grega, mas dez e mil são de origem latina (decem e mille).
Existem exemplos de hibridismo bem curiosos: alcoômetro (álcool do árabe + metro do grego); bafômetro (bafo do português + metro do grego); burocracia (bureau do francês + cracia do grego); sambódromo (samba do quimbundo + dromo do grego)…
Com o elemento grego “dromo”, que significa “pista, lugar para corridas”, temos muitos exemplos que não são híbridos: autódromo (= pista para automóveis) e hipódromo (= pista para cavalos). É importante lembrar que os elementos “auto” (=a si mesmo) e “hipo” (=cavalo) também são de origem grega.
Já fumódromo e camelódromo são neologismos (=palavras novas) híbridos: fumo (do latim fumu) e camelô (do francês camelot) + dromo (do grego). Também interessante é o fato de “dromo”, nesses exemplos, não significar “pista”, e sim apenas “lugar”.
DICA
Formação do plural – Parte 4
Plural das palavras COMPOSTAS
3) Se a palavra composta, com HÍFEN, é constituída de um
substantivo e um adjetivo (ou adjetivo + substantivo), os dois elementos vão para o plural: altas-rodas, altos-fornos, amores-perfeitos, batatas-doces, boas-novas, boias-frias, bons-dias, cabeças-chatas, cachorros-quentes, dedos-duros, ervas-doces, guardas-civis, lugares-comuns, mamões-machos, mãos-bobas, marias-moles, matérias-primas, meias-luas, meios-fios, obras-primas, ovelhas-negras, peles-vermelhas, puros-sangues…
Observe a diferença: em LIVRO-CAIXA, LIVRO e CAIXA são dois substantivos. O segundo substantivo (=CAIXA) faz o papel de adjetivo (livro-caixa é um tipo de livro) = só o primeiro vai para o plural: LIVROS-CAIXA; em CAIXA-PRETA, CAIXA é substantivo e PRETA é adjetivo. Os dois elementos devem ir para o plural: CAIXAS-PRETAS.
4) Se a palavra composta, com HÍFEN, é constituída de um numeral e
um substantivo, os dois elementos vão para o plural: primeiros-ministros, segundos-sargentos, terças-feiras, quartas-feiras, quintas-feiras, sextas-feiras…
DESAFIO
O que é dispneia?
a) falta de ar;
b) dificuldade na respiração;
c) dificuldade de digerir.
Resposta do DESAFIO:
Letra (b) = “dis” (=dificuldade, mal funcionamento) + “pneia” (=ar, respiração). Falta de ar é apneia.
Dificuldade de digerir é dispepsia.
DÚVIDAS
Leitor quer saber se as frases abaixo estão corretas:
1ª) “Que houvesse ou não existido opiniões contraditórias…”
2ª) “…todos estavam ao par das dificuldades…”
A primeira frase apresenta um erro de concordância. O verbo existir é pessoal. Isso significa que o verbo deve concordar com o sujeito (=opiniões contraditórias). O certo é “houvessem ou não existido opiniões contraditórias”. É importante observar que o verbo haver está usado como auxiliar (=ter). É o mesmo que “tivessem ou não existido opiniões contraditórias”.
O verbo haver fica impessoal (=sem sujeito) quando é usado no sentido de “existir”: “Se houvesse (=existissem) opiniões contraditórias”. Nesse caso, o verbo haver só pode ser usado no singular.
A segunda frase também está errada, pois “ao par” significa “em igualdade, em paridade”. Se “todos estavam cientes das dificuldades”, o certo é “estavam a par das dificuldades”.
3ª) Qual é diferença entre COZER e COSER?
a) COZER é “cozinhar”;
b) COSER é “costurar”.
4ª) Qual é a diferença entre PROVER e PROVIR?
a) PROVER é “abastecer”;
b) PROVIR é “vir de, originar-se”.
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS - QUESTÕES DE Português com Gabarito - Questões para Concursos.
EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS
Faça milhares de exercícios de português e fortifique seus conhecimentos nessa matéria que está presente em todos os concursos públicos.
1) Faça a correspondência correta usando as palavras “mau” ou “mal” de acordo com as orações:
1. mau
2. mal
( ) O _____ se vence com o bem.
( ) _____ posso esperar a sua chegada.
( ) O _____ funcionário não faz falta.
A sequência correta é:
a) 1, 1, 2;
b) 2, 1, 2;
c) 2, 2, 1;
d) 1, 1, 1;
2) (EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS) "Mas esse garoto é um sábio!", sobressaltei, ouvindo a palavra final."
A oração reduzida sublinhada só NÃO pode equivaler semanticamente a:
a) ...porquanto ouvia a palavra final;
b) ...quando ouvi a palavra final;
c) ...após ouvir a palavra final;
d) ...enquanto ouvia a palavra final;
3) ... pela sensação de não ter cumprido integralmente sua cota pessoal de sacrifício.
1. Quantidade máxima permitida (de importações, exportações, imigrantes) num dado período.
2. Parcela que corresponde à fração do preço de algum produto.
3. Quantia correspondente à con tribuição de cada indivíduo de um grupo para certo fim.
4. Nas sociedades mercantis de responsabilidade limitada, a porção do capital de cada sócio.
5. Citação, nota, apontamento ou referência à margem dum escrito.
Considerando-se o emprego do vocábulo cota no contexto, seu significado é o de número:
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
4) (EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS) A alternativa que mostra um vocábulo com a presença de um encontro vocálico que só pode ser considerado como hiato:
a) estacionamento;
b) visitantes;
c) funcionários;
d) veículos;
5) EXECUTIVOS PÕEM A MÃO NA MASSA
Fritar hambúrguer, atender um cliente no caixa, reposicionar cerveja na gôndola e conferir o pedido de caixas de refrigerantes e salgadinhos já são tarefas familiares para muitos executivos de primeira linha.
Dirigentes de grandes empresas [....] estão saindo das mesas dos escritórios, tirando as gravatas e arregaçando as mangas ao encontro dos consumidores, para reforçar a venda das empresas. Estão, literalmente, pondo a mão na massa e atuando na linha de frente, no balcão.
O segundo parágrafo diz que os executivos estão “literalmente” pondo a mão na massa. O termo entre aspas, nesse caso:
a) demonstra a boa preparação dos executivos para atividades variadas;
b) está mal empregado, já que as atividades citadas não incluem massas;
c) mostra que o termo está empregado em linguagem figurada;
d) indica que os executivos não estão fazendo bem o seu trabalho;
6) (EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS) Na frase Investimentos na integração por meio dos rios vai tirar municípios amazonenses do isolamento, a expressão verbal vai tirar pode ser adequadamente substituída, sem alteração de sentido, por:
a) tiraria.
b) tirará.
c) tira.
d) teria tirado.
7) (EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS) Os dicionários “desempenham função cultural relevante”. Assinale a alternativa que contém um sinônimo de “relevante”.
a) Importante
b) Restrita
c) Superficial
d) Dispensável
8) (EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS) Assinale a opção em que o trecho foi transcrito com erro de pontuação.
a) Ao longo dos últimos anos, na reforma do Judiciário, o Congresso municiou o Supremo com ferramentas novas para imprimir maior eficácia ao sistema. A corte, entretanto, as vem utilizando com certa timidez.
b) A mais poderosa dessas armas é o efeito vinculante. Trata-se de dispositivo que permite ao Supremo editar súmulas fixando jurisprudência que deve obrigatoriamente ser seguida pelas instâncias inferiores da Justiça e pela administração pública.
c) Criado em 2004 e regulamentado dois anos depois, o mecanismo só foi utilizado em três ocasiões, nenhuma delas envolvendo conteúdo muito controverso.
d) Caminho semelhante segue o princípio da repercussão geral, que possibilita ao STF, recusar recursos extraordinários e agravos em ações com baixa relevância social, no entendimento da maioria dos ministros.
9) (EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS) No período "Foi aí que surgiu a expressão "que bons ventos o trazem".", a palavra destacada poderia ser substituída, sem prejuízo para o significado do período, por:
a) naquele lugar.
b) naquele momento.
c) nesta situação.
d) neste momento.
10) (EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS) Em: “...fora um sentimento sério, grave e absorvente.”, a concordância nominal está de acordo com as normas gramaticais vigentes e a alternativa abaixo que INFRINGIU tais normas é:
a) Estavam destruídos a chácara, a ilha e o galpão.
b) Leu um e outro comentário.
c) Comprou cinto e carteira vermelhas.
d) Foi marcada a hora e o dia da prova.
GABARITO:
1-C 2-A 3-C
4-D 5-C 6-B
7-A 8-D 9-B 10-C
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Orações - Questões com Gabarito - Simulado
Questões com Gabarito - Simulado – Questões para Concursos Públicos - Dicas de Concursos Públicos
Orações - Exercícios com Gabarito
01) ESPCEX - No período: “... no fundo eu não estava triste com a viagem de meu pai, era a primeira vez que ele ia ficar longe de nós por algum tempo ...”, a oração sublinhada é:
a) subordinada substantiva predicativa;
b) subordinada adjetiva restritiva;
c) subordinada adverbial de lugar;
d) subordinada substantiva subjetiva.
02) ESFAO - Somando os números correspondentes às orações corretas quanto à classificação das mesmas, você encontrará a resposta da questão.
“Garantiram-me que, depois de preenchido o formulário, que me enviaram pelo correio na segundafeira sem falta e pagar a minha taxa de inscrição, eu seria atendido em menos de quarenta e oito horas.” (F. Sabino)
(02) 1º oração: principal;
(08) 2º oração: subordinada substantiva objetiva direta;
(14) 3º oração: subordinada substantiva objetiva direta;
(20) 4º oração: subordinada adjetiva restritiva;
(26) 5º oração: coordenada sindética aditiva em relação à 3º e subordinada adverbial temporal em relação à 1ª.
a) 24
b) 36
c) 48
d) 56
e) 70
03) AFA - Em que alternativa, a oração subordinada não é da mesma natureza da que existe em “Quero que vocês escrevam uma composição”?
a) “E anunciou que não nos faria cantar.”
b) “Esperava um irmão que vinha buscá-la.”
c) “Vamos fazer de conta que estamos na aula de Português.”
d) “Circulava a história de que ela dormia no sótão do colégio.”
04) EFOMM - Assinale o par de orações grifadas cuja classificação está trocada:
a) Vi onde ela estuda. (subordinada substantiva objetiva direta)
É sabido onde ela estuda. (subordinada substantiva subjetiva)
b) Não chores, porque amanhã será um novo dia. (coordenada sindética explicativa)
Não chores porque erraste o problema. (subordinada adverbial causal)
c) Descobriu-se por quem o carro foi consertado. (subordinada adjetiva restritiva)
Descobriu-se a pessoa por quem o carro foi consertado. (subordinada substantiva subjetiva)
d) “Quando você foi embora, Fez-se noite em meu viver (...)” (subordinada adverbial temporal)
Perguntei ao professor quando faríamos a prova. (subordinada substantiva objetiva direta)
e) “Estêvão ficou ainda algum tempo encostado à cerca na esperança de que ela olhasse (...)”
(subordinada substantiva completiva nominal)
“A ambição e o egoísmo se opõem a que a paz reine sobre a Terra.” (subordinada substantiva objetiva indireta)
05) Colégio Naval
Vamos até a Matriz de Antônio Dias
onde repousa, pó sem esperança, pó sem lembrança, o Aleijadinho.
Vamos subindo em procissão a lenta ladeira.
Padres e anjos, santos e bispos nos acompanham
e tornam mais rica, tornam mais grave a romaria de assombração.
Mas já não há fantasmas no dia claro,
tudo é tão simples,
tudo tão nu,
as cores e cheiros do presente são tão fortes e tão urgentes
que nem se percebem catingas e rouges, boduns e ouros do século 18.
(O vôo sobre as igrejas, Carlos Drumond de Andrade)
O “que” do verso 10 apresenta o valor semântico de:
a) explicação;
b) condição;
c) conformidade;
d) conseqüência;
e) lugar.
06) Colégio Naval - No trecho: “Todos diziam que ela era orgulhosa, mas afinal descobri que não”, a última oração se classifica como:
a) coordenada sindética adversativa;
b) principal;
c) subordinada substantiva objetiva direta;
d) subordinada adverbial comparativa;
e) subordinada substantiva subjetiva.
07) AFA
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
- Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte,
As orações “Desafia o nosso peito a própria morte”, “que um filho teu não foge à luta” e “quem te adora” classificam-se, respectivamente, como:
a) principal, subordinada substantiva subjetiva, subordinada adjetiva restritiva;
b) principal, subordinada adverbial temporal, subordinada substantiva objetiva direta;
c) principal, subordinada substantiva objetiva direta, subordinada substantiva subjetiva;
d) coordenada assindética, subordinada substantiva objetiva direta, subordinada substantiva
apositiva.
08) EPCAR - Marque a alternativa que contém oração subordinada substantiva completiva nominal.
a) “Como fazem os pelintras de hoje para não molhar os pés nos dias de chuva?”
b) “Veio-me a desagradável impressão de que todo mundo reparava nas minhas galochas.”
c) “Um dia as galochas me serão úteis, quando eu for suficientemente velho para merecê-las.”
d) “No restaurante, onde entrei arrastando os cascos como um dromedário, resolvime ver livre das galochas.”
e) “No centro da cidade um sol radioso varava as nuvens e caía sobre a rua, enchendo tudo de luz, fazendo evaporar as últimas poças de água que ainda pudessem justificar minhas galochas.”
09) EFOMM - Assinale o único exemplo em que não ocorre oração subordinada substantiva subjetiva:
a) “Cansativo que seja, urge atravessarmos o campo que banha o Rio Negro antes de anoitecer.”
b) “Todo escritor que surge reage contra os mais velhos, mesmo que o não perceba, e ainda que os admire.”
c) “Dormiram naquilo, tinham-se acostumado, mas seria mais agradável dormirem numa cama de lastro de couro.”
d) “É preciso que o pecador reconheça ao menos isto: que a Moral católica está certa e é
irrepreensível.”
e) “Sobre a multiplicidade informe e confusa dos bens da matéria é mister que paire a força
ordenadora do espírito.”
10) Colégio Naval - Somos uma pequena parte do elo, o miolo de envoltórios descomunais que
desconhecemos, arrogantes embora, na suposição de que é conosco que Deus se preocupa.
A última oração do texto deve ser classificada como subordinada:
a) adverbial concessiva;
b) substantiva completiva nominal;
c) adjetiva restritiva;
d) substantiva predicativa;
e) substantiva subjetiva.
11) ESFAO - Em “Dentro dela se abrigava a multidão de bárbaros e de estranhos ali recebidos com brandura e carinho” e “Tudo o que era natureza tinha o aspecto sinistro, trágico, desolador (...)”, temos, respectivamente:
a) uma oração com sujeito simples; / duas orações com sujeito representado por pronomes
(respectivamente, demonstrativo e relativo);
b) duas orações, uma com sujeito claro, outra, oculto; / duas orações, tendo a primeira o sujeito
simples representado por pronome relativo, a segunda, por um substantivo;
c) uma oração com sujeito composto cujos núcleos são bárbaros e estranhos; / duas orações,
estando a subordinada com sujeito oculto;
d) uma oração com sujeito simples; / uma oração com sujeito representado por pronome indefinido;
e) uma oração com sujeito pronominal; / uma oração com sujeito oracional.
12) EFOMM - “Não sei de onde te conheço.” A classificação correta da oração grifada está na opção:
a) substantiva predicativa;
b) adjetiva restritiva;
c) substantiva subjetiva;
d) substantiva objetiva indireta;
e) substantiva objetiva direta.
13) EPCAR
Quando uma nuvem nômade destila
gotas, roçando a crista azul da serra,
umas brincam na relva, outras tranqüilas,
serenamente entranham-se na terra.
E a gente fala da gotinha que erra
de folha em folha e, trêmula, cintila,
mas nem se lembra da que o solo encerra,
de que ficou no coração da argila!
Quanta gente, que zomba do desgosto
mudo, da angústia que não molha o rosto
e que não tomba, em gotas, pelo chão
havia de chorar, se adivinhasse
que há lágrimas que correm pela face
e outras que rolam pelo coração!
(Guilherme de Almeida)
Entre as alternativas abaixo, a única correta é:
a) não há oração adverbial no texto em apreço;
b) há menos de quatro orações adjetivas no soneto;
c) há oração substantiva sem sujeito;
d) na oração “que há lágrimas”, o que não é integrante;
e) não há pronome demonstrativo no referido texto.
14) CESGRANRIO - “Hoje, a dependência operacional está reduzida, uma vez que o Brasil adquiriu auto-suficiência na produção de bens como papel-imprensa (...)” A oração grifada no período acima tem valor:
a) condicional;
b) conclusivo;
c) concessivo;
d) conformativo;
e) causal.
15) Colégio Naval
“No entanto parece que os freqüentadores deste cinema
Estão perfeitamente deslembrados de que terão de morrer
- Porque em toda sala escura há um grande ritmo de esquecimento e equilíbrio.”
A última oração do poema tem valor:
a) subordinativo, revelando uma idéia de causa;
b) coordenativo, traduzindo uma idéia de explicação;
c) subordinativo, denotando conclusão;
d) coordenativo, traduzindo uma idéia de tempo;
e) subordinativo, revelando uma idéia de conseqüência.
16) UNIRIO - Assinale o item em que há uma oração adjetiva.
a) Perdão, por Deus, perdão - respondeu o pombo.
b) A pombinha, que era branca sem exagero, arrulhava, humilhada e ofendida com o atraso.
c) Perdeste a noção do tempo?
d) A tarde era tão bonita que eu tinha de vir andando.
e) O pombo caminhava pelo beiral mais alto, do outro lado. Um pouco além, gritavam as gaivotas.
17) Colégio Naval
Nada sei, afinal, da tua aparência no tempo, a não ser o que me contavam em casa, desde menino: que eras ruivo como eu, que vieste em vinte e quatro, com os primeiros colonos, e abandonaste logo a tua pobre lavoura, encravada nos matos de Sapucaia, para alistar-te entre os Farroupilhas.
Pudesse eu, armado de vidência, acompanhar-te o passo, Maria Klinger; ver claramente vistas as tuas andanças de colona; como venceste as veredas e picadas; como tomaste o caminho que ia dar nos arredores da cidade; como paraste, cansada, à sombra das árvores, ou foste pedir, na tua língua de trapos, um pouco de água para a tua sede (...)
Assinale o único item que não apresenta uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
a) “(...) a não ser o que me contavam em casa (...)”
b) “(...) que eras ruivo como eu.”
c) “(...) e abandonaste logo a tua pobre lavoura (...)”
d) “(...) como venceste as veredas e picadas (...)”
e) “(...) ou foste pedir (...) um pouco de água para a tua sede”
18) PUC - “É preciso (I) levar tudo isso em conta (II) quando se analisa o (III) que está ocorrendo em nossos dias.” A classificação das orações subordinadas sublinhadas é, respectivamente:
a) adjetiva (I), adverbial (II), substantiva (III);
b) substantiva (I), adjetiva (II), substantiva (III);
c) adverbial (I), substantiva (II), adjetiva (III);
d) substantiva (I), adverbial (II), adjetiva (III);
e) adverbial (I), adverbial (II), substantiva (III).
19) ESPCEX - Marque a alternativa que indica a correta classificação das orações sublinhadas, segundo a ordem em que estas aparecem nas frases abaixo:
1) Robertinho, com ser inteligente, não foi aprovado no concurso.
2) Não é permitido transitar por esta rua.
3) Chocou-nos o seu modo áspero de falar, embora não tivesse o propósito de ofender a pessoa alguma.
a) subordinada substantiva apositiva, subordinada substantiva completiva nominal, subordinada adjetiva;
b) subordinada adverbial conformativa, subordinada substantiva predicativa, subordinada
completiva nominal;
c) subordinada adverbial concessiva, subordinada substantiva subjetiva, subordinada substantiva completiva nominal;
d) subordinada substantiva apositiva, subordinada substantiva subjetiva, subordinada adjetiva.
Resposta: __________
20) Colégio Naval - No período: “Quando o rei Herodes mandou decapitar crianças, eu o levei na fuga para o Egito”, as orações classificam-se, respectivamente:
a) subordinada adverbial temporal / subordinada substantiva objetiva direta / principal;
b) subordinada adverbial temporal / principal;
c) principal / substantiva objetiva direta / coordenada assindética;
d) coordenada sindética conclusiva / coordenada assindética;
e) subordinada adverbial proporcional / principal.
21) UNIRIO - Em “Entende-se bem que D. Tonica observasse a contemplação dos dois”. à oração principal segue-se uma oração subordinada:
a) substantiva subjetiva;
b) substantiva objetiva direta;
c) adjetiva restritiva;
d) adverbial causal;
e) adverbial concessiva.
22) ESFAO - Que oração subordinada substantiva em destaque é completiva nominal:
1) desejo que um dia me restitua uma parte de sua estima.
2) habituei-me a considerar a riqueza primeira força.
3) pensando que os poderia refazer mais tarde.
4) e os exemplos ensinavam-me que o casamento era meio legítimo.
5) o casamento era meio legítimo de adquiri-la.
23) EFOMM - Marque a classificação correta das orações destacadas no período: “Ao analisar o desempenho da economia brasileira, os empresários afirmaram que a produção e o lucro eram bastante razoáveis.”
a) subordinada adverbial temporal - subordinada substantiva objetiva direta;
b) principal - subordinada substantiva completiva nominal;
c) subordinada adverbial temporal - subordinada adjetiva restritiva;
d) principal - subordinada adverbial final;
e) subordinada adverbial condicional - subordinada substantiva subjetiva.
24) Colégio Naval - Marque a alternativa em que a oração destacada não se encontra corretamente classificada.
a) “Parece que eu não acreditava na história” - oração subordinada substantiva subjetiva;
b) “(...) torcíamos para ele subir mais” - oração subordinada adverbial final;
c) “Lembro-me (...) desse jardim que não existe mais.” - oração subordinada adjetiva restritiva;
d) “Lá fora, uma galinha cacareja, como antigamente.” - oração subordinada adverbial
comparativa;
e) “Diziam que São Pedro estava arrastando os móveis” - oração subordinada substantiva subjetiva.
25) UNIRIO - No período “Ah, arrulhou de repente a pomba, quando distinguiu, indignada, o pombo que chegava (...)”, as duas orações subordinadas são respectivamente:
a) adjetiva e adverbial temporal;
b) substantiva predicativa e adjetiva;
c) adverbial temporal e adverbial temporal;
d) adverbial temporal e adverbial consecutiva;
e) adverbial temporal e adjetiva.
26) EFOMM - Assinale a opção em que uma oração subordinada destoa das demais:
a) Nunca souberam como ele morreu.
b) É proibido falar ao motorista.
c) Diz-se que amor com amor se paga.
d) Nunca se sabe quando ele fala sério.
e) Importa apenas que os dois se respeitem.
27) UFRRJ - “Tal era a fúria dos ventos, que as copas das árvores beijavam o chão.” Neste período, a oração subordinada é adverbial:
a) concessiva;
b) condicional;
c) consecutiva;
d) proporcional;
e) final.
28) EFOMM - “Depois que o velho morresse, não teria mais graça saltar o muro para roubar fruta na sua horta.” As duas últimas orações do período são, respectivamente:
a) subordinada substantiva subjetiva / subordinada substantiva completiva nominal;
b) subordinada substantiva objetiva direta / subordinada adverbial final;
c) subordinada substantiva objetiva indireta / subordinada substantiva completiva nominal;
d) subordinada substantiva subjetiva / subordinada adverbial final;
e) subordinada substantiva predicativa / subordinada completiva nominal.
29) CESGRANRIO - Assinale a classificação correta da oração sublinhada:
“Caíra no fim do pátio, debaixo de um juazeiro, depois tomara conta da casa deserta.”
a) subordinada adverbial temporal;
b) subordinada adverbial proporcional;
c) subordinada adverbial consecutiva;
d) coordenada sindética conclusiva;
e) coordenada assindética.
30) Colégio Naval - No período: “E era uma tal multidão de astros a tremeluzir que, juro, às vezes, tinha a impressão de ouvir o burburinho infantil de suas vozes.”, o vocábulo sublinhado introduz uma oração:
a) subordinada adjetiva explicativa;
b) subordinada adverbial causal;
c) subordinada substantiva objetiva direta;
d) subordinada adverbial consecutiva;
e) subordinada adverbial concessiva.
31) PUC - “quando eu quiser sei onde achá-lo”. As orações sublinhadas são classificadas, respectivamente, como:
I
a) adverbial / adjetiva;
b) adverbial / adverbial;
c) adverbial / substantiva;
d) adjetiva / substantiva;
e) principal / adverbial.
32) EFOMM - Todas as orações estão analisadas corretamente, exceto:
a) Sem que me ajudasses, nada poderia fazer. (sub. adverbial condicional)
b) Os empregados estavam esgotados de modo que se retiraram imediatamente.
(sub. adv.consecutiva)
c) Admira-me que não tenhas podido chegar a tempo. (sub. substantiva subjetiva)
d) “Plante, que o João garante.” (coordenada sindética explicativa)
e) Fazia um calor de fritar ovos no chão. (sub. substantiva completiva nominal)
33) ESFAO - Marque a opção correta:
Comparando-se as duas falas de Esopo:
1º “Com a língua se ensina, se persuade ... se afirma.”
2º “É a língua que mente, que esconde ... que corrompe.”
Verifica-se na estruturação a seguinte característica:
a) apenas períodos compostos por subordinação;
b) na primeira, um período composto por coordenação; na segunda, um período composto por
subordinação;
c) orações sem sujeitos, pois todos os verbos são impessoais;
d) identidade sintática, mas oposição semântica;
e) semelhança semântica, sintática e morfológica.
34) Colégio Naval
“Sai, afastando-me dos grupos, e fingido ler os epitáfios. E, aliás, gosto dos epitáfios; eles são, entre a gente civilizada, uma expressão daquele pio e secreto egoísmo que induz o homem a arrancar à morte um farrapo ao menos da sombra que passou. Daí vem, talvez, a tristeza inconsolável dos que sabem os seus mortos na vala comum; parece-lhes que a podridão anônima os alcança a eles mesmos.”
(Quincas Borba - M. de Assis)
“(...) que a podridão anônima os alcança a eles mesmos.”uma oração:
a) adjetiva restritiva;
b) adjetiva explicativa;
c) adverbial condicional;
d) substantiva subjetiva;
e) substantiva objetiva direta.
35) UNIRIO - “(...) fi-la construir de propósito, levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá.” O vocábulo sublinhado introduz oração que denota:
a) tempo;
b) causa;
c) condição;
d) comparação;
e) conseqüência.
GABARITO
01) D
02) D
03) B
04) C
05) D
06) C
07) C
08) B
09) B
10) B
11) A
12) E
13) C
14) E
15) A
16) B
17) A
18) D
19) C
20) A
21) A
22) 5
23) A
24) E
25) E
26) A
27) C
28) D
29) E
30) D
31) C
32) E
33) B
34) D
35) E
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