sexta-feira, 1 de junho de 2012

O que é uma Ong? - Atividades de uma Ong? - Como proceder para a fundação.


O que é uma Ong?

O termo ONG – Organização Não Governamental, se refere de modo genérico a toda organização NÃO pertencente ou vinculada a nenhuma instância de governo, em qualquer nível.
Foi utilizado pela primeira pelo Conselho Econômico e Social (ECOSOC) das Nações Unidas em 1950. No Brasil, começou a ser utilizada na metade da década de 80, referindo-se exclusivamente às organizações que realizavam projetos junto aos movimentos populares, por exemplo, na área da promoção social.
Podemos considerar sinônimos os seguintes termos OSC – Organizações da Sociedade Civil , Terceiro Setor (do inglês Third Sector) ou Setor sem fins Lucrativos ( Nonprofit Sector).
Podemos dizer que as ONGs são grupos sociais organizados que:
1.      possuem uma função social e política em sua comunidade ou sociedade;
2.      possuem uma estrutura formal e legal;
3.      estão relacionadas e ligadas à sociedade ou comunidade através de atos de solidariedade;
4.      não perseguem lucros financeiros (sem fins lucrativos);
5.      possuem considerável autonomia.



Atividades de uma Ong?
Pelo exposto anteriormente, uma ONG pode atuar em vários campos, de várias formas, com objetivos diferenciados, com missões institucionais muito variadas.
Não existe um tipo de ONG que seja mais abrangente no campo social ou político do que outras. Todas, das pequenas e locais até as grandes e internacionais, desempenham um papel sócio-político importante.
Tentar adjetivar ONGs, por suas ações específicas, como do tipo de esquerda ou de direita, de combate ou assessoria, técnicas ou de militância é uma maneira equivocada de conceituar o papel político de uma ONG. Seria desviar a atenção da opinião pública sobre as funções de uma ONG, para rótulos que dividem, não somam.
Isto porque se ela existe, atuante e presente, em um campo de ação social específico, é lógico supor que ela atende interesses de um grupo sócio-cultural, dentro de uma faixa do espectro político existente. Aí repousa sua legitimidade.
Em contrapartida, as redes de solidariedade e de interesses imediatos podem não ser as mesmas para todas as ONGs, isto determina a diversidade do campo de ação política de cada uma delas.
Para o caso específico deste manual, em resumo, podemos considerar que as "ONGs são instituições privadas, com fins públicos", como sinteticamente expõe o antropólogo Rubem Cesar Fernandes.
Em outras palavras, ONG são "grupos de pressão que buscam por um lado influenciar e democratizar políticas públicas governamentais para que essas supram da maneira mais extensa possível às necessidades da sociedade e de condições de vida iguais e justas no mundo todo e, por outro, movimentar a sociedade em que estão inseridas, utilizando-se de suas relações de solidariedade, na busca dessa democratização e influência política".

Como proceder para a fundação

A Constituição Federal de 1988 aboliu o controle de qualquer aparato estatal às Organizações da Sociedade Civil, assegurando-se que "as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extra judicialmente". Pela Carta Magna, estas entidades associativas podem inclusive impetrar mandatos de segurança ou propor ações judiciais.
O Programa Comunidade Solidária está iniciando uma série de consultas e debates para definir uma nova legislação, um novo marco legal para o Terceiro Setor, visando consolidar mecanismos mais eficientes e menos burocráticos.
A criação de uma ONG ou OSC passa anteriormente pelo interesse de um grupo específico, com objetivos e identidades comuns, definirem se querem ou não se tornar uma entidade legalizada ou preferem um grupo informal.
Definido o interesse deste grupo em fundar uma ONG sem fins lucrativos, com estatuto e registro no cartório, vinculada ao movimento social, ambientalista ou social, alguns procedimentos precisam ser seguidos.
Lembramos que este manual aborda de modo simplificado estes passos. Para evitar problemas é recomendável o acompanhamento de um profissional competente, no caso um Advogado.

 FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão (ANO 2000 - 2003)

Motivo do Apagão




          A falta de chuvas nas cabeceiras, leitos de rios e áreas de captação de represas e reservatórios das usinas hidrelétricas comprometeram a geração e,
conseqüentemente, o fornecimento e distribuição de energia elétrica em diversas regiões do país para o período de seca, que normalmente tem início no mês de  maio e se estende até o mês de dezembro.
Para minimizar as conseqüências da falta da geração de energia e impedir a ocorrência de "apagões" (queda ou interrupção do fornecimento de energia elétrica), o Governo Federal estabeleceu medidas a serem aplicadas, a partir  do mês de junho deste ano, visando reduzir o consumo de energia em geral  nas residências, setores produtivos e comerciais, entidades públicas e privadas dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo,  Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Piauí, Ceará, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte. Os estados de Mato Grosso do Sul, Tocantins e Maranhão integram o plano de forma parcial.
Para avaliar e propor medidas específicas foi criada a Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica e baixadas normas reguladoras  (Medida Provisória, Decreto, Resolução) para fixação  do Programa Emergencial de Redução do Consumo de Energia,  com a estipulação de metas de redução de consumo, bônus e penalizações
A economia de energia elétrica e também de valores das contas implicam na racionalização de uso, conscientização e mudança de hábitos de todos que moram ou trabalhem no bem imóvel. Os conhecimentos das normas a serem aplicadas e do programa de redução ·proposto também são de fundamental importância. 
Assim e frente a um caso concreto, analise sua conta de energia elétrica para realizar o planejamento, que se faz necessário. Verifique e defina onde serão feitos os cortes e os equipamentos que serão indispensáveis, desligando os demais; limpe-os e se possível guarde-os em outro local. 
Pequenas mudanças e a observação de detalhes significam grandes economias.

História do Apagão

           
Desde meados dos anos 70, o povo brasileiro convive com o risco de blecautes. Nesses trinta anos, já foram registrados mais de cinqüenta blecautes. A falta de energia por um curto período de tempo é normal em todo o mundo. Em média cada casa fica aproximadamente dez horas sem luz no Brasil.
            O apagão foi um sistema criado pelo governo com a intenção de diminuir o consumo de energia sem prejudicar ainda mais a população num futuro próximo.     
Mas antes de implantar esse sistema radical, onde o fornecimento de energia será interrompido por um período de tempo, o governo decidiu implantar um sistema de racionamento onde todos deverão reduzir seu consumo em 20%, bom, se a redução do consumo já é algo que está deixando todos doidos, imaginem o corte, infelizmente o apagão é burro, porque ao mesmo tempo em que penaliza as pessoas que abusam, penaliza também as
pessoas que estão economizando.
            Em relação a meta do governo, o ferro elétrico e a máquina de lavar passarão a funcionar por escala. A televisão, principalmente no fim de semana, pode ser substituída por livros, de manhã, ou bate-papo à luz de velas, à noite, já que as lâmpadas também consomem energia. Se isso vai ser suficiente, ainda não sabemos.
            Dentre os países que já passaram por esta experiência estão Colômbia, Argentina e Estados Unidos.

FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão (ANO 2000 - 2003)

Medicina Indígena

Medicina Indígena

            Nas Aldeias Indígenas, em geral, o tratamento e a cura das doenças é feita pelos médicos-pajés, através de práticas-mágicas. Esses poderes podem ser usados para curar doenças como também para provocá-las, razão pela qual é comum atribuir a causa de doenças a feitiço. Os processos de cura e de entrar em contato com o sobrenatural variam entre os grupos indígenas. Os Xamãs, por exemplo, são uma categoria especial de médico-pajé, que podem entrar em êxtase. Nesse estado, segundo os índios, a alma vai para longe do corpo, percorrendo lugares distantes ou encarnando um espírito estranho.
            Muitos vegetais usados pelos índígenas como medicamentos, apresentam resultados surpreendentes,o que vem motivando a procura dessa matéria-prima por parte de estrangeiros. Os conhecimentos técnicos, muitas vezes complexos, dos índios brasileiros estão presentes tanto no combate às doenças, quanto na caça -(venenos de caça), na pesca - (venenos de pesca), na ecologia, na astronomia, na fabricação de sal, de objetos de borracha, de tecidos e na guerra (uso de gases asfixiantes).



FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão

Martin Luther King Jr - BIOGRAFIA

Martin Luther King Jr

A história está repleta de casos de violações dos direitos humanos. Contra tais injustiças, lutaram homens e mulheres que, em comum, tiveram a disposição de combater destemidamente a desigualdade. Martin Luther King Jr. era uma dessas pessoas. A exemplo do pai da independência da Índia, Mahatma Gandhi, Luther King tornou-se defensor da filosofia da não-violência e liderou, a partir de 1955, uma campanha pacífica pela justiça para o povo negro americano. A idéia era derrubar os preconceitos que a abolição da escravatura conseguida por Abraham Lincoln em 1863, durante a Guerra Civil Americana, não havia sido capaz de destruir. A liberdade obtida pela nova Constituição não livrou os negros da discriminação, especialmente nos estados do sul dos EUA, onde a divisão racial era amparada pela lei. Naquela época, nenhum negro podia freqüentar um restaurante reservado a brancos ou sentar em lugares reservados a eles.
Após a Guerra Civil americana, a situação piorou. Todas as terras eram de propriedade dos brancos e, na prática, embora livre, a população negra manteve-se pobre e perseguida. Seis décadas depois, nascia Martin Luther King (15 de janeiro de 1929, em Atlanta, no estado da Geórgia, cidade do extremo sul dos EUA). O pai era pastor da Igreja Batista Ebenezer. Por isso, Luther King passou a infância memorizando versículos da Bíblia e cantando gospels para a congregação. E, como toda criança negra, cresceu marcado pelo preconceito racial. Ainda assim, freqüentou umas das melhores faculdades da comunidade negra do país, a Morehouse College, onde eram incentivadas as discussões sobre problemas sociais. Lá, por influência do presidente da faculdade, que acreditava que a Igreja teria um papel decisivo a desempenhar na sociedade americana, Martin deixou de lado a idéia de ser médico ou advogado. Assim, aos 17 anos, foi ordenado e tornou-se pastor assistente da igreja de seu pai. Mas não parou de estudar. Dois anos depois, graduou-se em Sociologia na Morehouse College e ingressou no Seminário de Crozer, na Pensilvânia, no norte dos EUA, onde leu trabalhos de famosos teólogos e filósofos, entre eles Henry Thoreau, um abolicionista. Formou-se em Teologia como o melhor aluno de sua classe e, depois, iniciou o doutorado na Universidade de Boston.

O início da luta
Foi nessa época que conheceu Coretta Scott, uma estudante de Música, com quem se casou em 18 de junho de 1953. No ano seguinte, aceitou o convite para pastorear a Igreja Batista da avenida Dexter, em Montgomery, no Alabama, estado situado no Sul, foco dos maiores conflitos raciais do país. Em 1955, já doutor em Teologia (quando passou a ser conhecido como o "reverendo" King), Martin via a comunidade negra totalmente submissa, com medo de lutar contra as injustiças raciais. Os ônibus da cidade eram guiados somente por motoristas brancos, e só os últimos bancos eram permitidos aos negros.
No dia 1º- de dezembro de 1955, uma garota negra chamada Rosa Parks embarcou num ônibus e se recusou a dar lugar para um passageiro branco. A prisão de Rosa levou Luther King e seus seguidores a iniciar, no dia 5 de dezembro, um boicote contra os serviços rodoviários de Montgomery. Com a manutenção do boicote por quase um ano, as autoridades racistas usaram uma velha lei antiboicote para acabar com o movimento e prender 89 pessoas, incluindo Martin Luther King.
Inspirados pelo sucesso do boicote em Montgomery, outros movimentos começaram a se espalhar, protestando contra a discriminação racial no Sul, e tornaram-se o ponto de partida da cruzada de Luther King, que usava o amor, a oração e o discurso como uma ação direta contra a violência física. No lançamento de seu livro A Caminho da Liberdade, sofreu um atentado durante uma sessão de autógrafos. Uma mulher negra, de meia-idade, com passagens em vários hospitais psiquiátricos, cravou um abridor de cartas em seu peito. Levado às pressas para o hospital, King sofreu uma cirurgia extremamente delicada e sobreviveu. Participou de várias marchas de protesto e, como resultado, aos poucos foi somando conquistas. Ajudou a acabar com a segregação racial nas escolas, restaurantes, bares e outros locais, e sua ação foi fundamental na decisão do governo dos EUA de tornar prioritária a questão dos direitos civis.
Em 28 de agosto de 1963, King reuniu 250 mil pessoas na Marcha sobre Washington. Deixando de lado suas anotações, fez, das escadarias do Lincoln Memorial, aquele que foi tido como o maior discurso do movimento pelos direitos civis: "I had a dream" ("Eu tive um sonho"). Orador apaixonado e persuasivo, considerado por muitos como o melhor dos Estados Unidos, Luther King tornou-se capa da revista Time de 3 de janeiro de 1964, recebendo o título de Homem do Ano de 1963.
Os atentados a bomba, as execuções de negros e outros atos de violência continuaram, mas a história tomou um rumo sem volta. No dia 2 de julho de 1964, o presidente americano Lyndon Johnson assinou o Ato dos Direitos Civis e foi à televisão. "Aqueles que antes eram iguais perante Deus serão agora iguais nas seções eleitorais, nas salas de aula, nas fábricas e nos hotéis, nos restaurantes, cinemas e outros lugares que prestem serviços ao público", disse Johnson.
Em outubro de 1964, King recebeu o Prêmio Nobel da Paz e iniciou uma nova luta: uma campanha de registro nas juntas eleitorais. Para garantir o direito, o governo federal interveio e presidente Lyndon Johnson assinou, em 1965, a Carta dos Direitos do Voto. Em abril de 1968, em meio a diversas manifestações violentas do movimento Black Power (Poder Negro) em cidades como Chicago, Boston, Los Angeles e Filadélfia, Martin Luther King foi a Memphis para dar apoio a trabalhadores negros que lutavam pela igualdade salarial. No dia 3 de abril, na véspera do protesto, ele proferiu seu último discurso, profético – "I see the promise land" ("Eu vejo a terra prometida") – na sede da Igreja de Deus em Cristo, a maior denominação pentecostal americana africana dos EUA.
No dia 4, à noite, King estava no terraço do hotel, quando foi atingido no pescoço por um tiro disparado do telhado de um prédio vizinho. Gravemente ferido e levado às pressas para o hospital, Martin Luther King, aos 39 anos, morreu uma hora depois. Seu funeral, realizado no dia 8 de abril, foi acompanhado por sua mulher e seus quatro filhos, e assistido pela TV por 120 milhões de americanos. Sobre a sepultura, gravadas na lápide de mármore, as palavras de uma velha canção de escravos: "Free at last, free at last/Thank God Almighty/I´m free at last" ("Finalmente livre, finalmente livre/Obrigado Deus Todo-Poderoso/Finalmente sou livre).

Cronologia de um líder

15 de janeiro de 1929 - Nasce Martin Luther King Jr., em Atlanta, Geórgia
1948 - Ordenado pastor batista
1953 - Casa-se com Coretta Scott
1955 - Início do boicote dos negros aos ônibus de Montgomery
28 de agosto de 1963 - Manifestação de protesto em Washington, onde King pronuncia seu histórico discurso "Eu tive um sonho"
3 de abril de 1968 - Luther King faz o sermão "Eu vejo a terra prometida", em Memphis, no Tennessee
4 de abril de 1968 - Luther King é assassinado com um tiro, em Memphis

FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão

Hélio Oiticica - BIOGRAFIA

Hélio Oiticica


Hélio Oiticica (Rio de Janeiro RJ 1937 - 1980) inicia, junto com o irmão César, estudos de pintura e desenho com Ivan Serpa no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1954. Neste ano, escreve seu primeiro texto sobre artes plásticas; a partir daí o registro escrito de reflexões sobre arte e sua produção torna-se um hábito. Participa do Grupo Frente em 1955 e 1956 e, a partir de 1959, integra o Grupo Neoconcreto. Abandona os trabalhos bidimensionais e se interessa por outras formas de expressão, procurando retirar a pintura do quadro e levá-la para o espaço; cria relevos espaciais, bólides, capas, estandartes, tendas e penetráveis. Em 1964, começa a criar as chamadas manifestações ambientais. Na abertura da mostra Opinião 65, no MAM / RJ, protesta quando seus amigos integrantes da escola de samba Mangueira são impedidos de entrar, sendo expulso do museu. Realiza, então, uma manifestação coletiva em frente do museu, na qual os Parangoléssão vestidos pelos amigos sambistas. Participa das mostras Opinião 66 e Nova Objetividade Brasileira, apresentando, nesta última, a manifestação ambiental Tropicália. Em 1968, realiza no Aterro do  Flamengo a manifestação coletiva Apocalipopótese, da qual fazem parte seus Parangolés, os Ovos de Lygia Pape e o Dog’s Act de Rogério Duarte. Em 1969, realiza na Whitechapel Gallery, em Londres, o que chama de Whitechapel Experience, apresentando o projeto Éden. Vive em Nova York durante a maior parte da década de 70, período no qual é bolsista da Fundação Guggenheim, participa da mostra Information, no MoMa, e retorna ao Brasil em 1978. Em 1981, é criado no Rio de Janeiro o Projeto Hélio Oiticica, destinado a preservar, analisar e divulgar sua obra, dirigido por Lygia Pape, Luciano Figueiredo e Waly Salomão. Entre 1992 e 1997, o Projeto HO realiza uma grande mostra retrospectiva, itinerante pelas cidades de Roterdã (Holanda), Paris (França),  Barcelona (Espanha), Lisboa (Portugal), Mineápolis (Estados Unidos) e Rio de Janeiro. Em 1996, a Secretaria  Municipal de Cultura do Rio de Janeiro funda o Centro de Artes Hélio Oiticica, que pretende abrigar todo o acervo do artista e colocá-lo à disposição do público.



Cronologia

NASCIMENTO / MORTE
1937 - Rio de Janeiro RJ - 26 de julho
1980 - Rio de Janeiro RJ - 22 de março
VIDA FAMILIAR
Pai: José Oiticica Filho, entomologista, pintor, fotógrafo, professor
Irmão: César Oiticica, arquiteto
LOCAIS DE VIDA
1937 / 1947 - Rio de Janeiro RJ
1947 / 1950 - Washington (Estados Unidos)
1950 / 1970 - Rio de Janeiro RJ
1970 / 1978 - Nova York (Estados Unidos)
1978 / 1980 - Rio de Janeiro RJ
FORMAÇÃO
1937 / 1947 - Rio de Janeiro RJ - É educado pela mãe, Angela Oiticica, até os 10 anos, pois seu pai é contra o sistema educacional vigente
1947 / 1950 - Washington (Estados Unidos) - Thompson School
1954 - Rio de Janeiro RJ - Estuda pintura com Ivan Serpa no MAM / RJ
1970 - Nova York (Estados Unidos) - Bolsa de estudo da Fundação Guggenheim
ATIVIDADES EM ARTES
Artista plástico
1952 - Rio de Janeiro RJ - A partir deste ano, escreve peças para teatro
1955 / 1956 - Rio de Janeiro RJ - Integra o Grupo Frente, liderado por Ivan Serpa
1959 - Rio de Janeiro RJ - Liga-se ao Grupo Neoconcreto
1961 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Cães de Caça (maquete), no MAM / RJ. O projeto compreende cinco penetráveis, o Poema Enterrado de Ferreira Gullar e o Teatro Integral de Reynaldo Jardim
1963 - Rio de Janeiro RJ - Produção do 1º Bólide B1 (estruturas manipuláveis)
s.d. / 1964 - Rio de Janeiro RJ - Trabalha com o pai no MNBA
1965 - Rio de Janeiro RJ - Expulso do MAM / RJ na abertura da mostra Opinião 65, realiza manifestação coletiva com parangolés na frente do museu, com a presença de integrantes da escola de samba Estação Primeira de Mangueira
1967 - Rio de Janeiro RJ - Por ocasião da mostra Nova Objetividade Brasileira, no MAM / RJ, realiza manifestação coletiva com parangolés, capas, poemas de Lygia Pape, com a presença de passistas da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, do público e dos artistas Pedro Escosteguy e Rubens Gerchman
1968 - Rio de Janeiro RJ - Com outros artistas, faz manifestação com o estandarte Seja Marginal, Seja Herói, no Largo General Osório, em Ipanema
1968 - Rio de Janeiro RJ - Realiza no Aterro do Flamengo a manifestação coletiva Apocalipopótese, com Lygia Pape, Antonio Manuel e Rogério Duarte
1968 - Rio de Janeiro RJ - Participa como ator do filme O Câncer, de Glauber Rocha
1969 - Brighton (Inglaterra) - É indicado artista residente na Sussex University
1970 - Rio de Janeiro RJ - Participa do evento coletivo Ogramurbana, organizado por Luiz Otávio Pimentel, no MAM / RJ
1972 - Nova York (Estados Unidos) - Realiza o filme Agripina É Roma Manhattan
1972 - Nova York (Estados Unidos) - Participa do evento coletivo Latin American Fair of Opinion, na St. Clement's Church
1972 - Pamplona (Espanha) - É representado pelo artista Leandro Katz na manifestação Encontros
1975 - Nova York (Estados Unidos) - Participa como ator do filme One Night on Gay Street, de Andreas Valentin
1978 - Rio de Janeiro RJ - Participa como ator do filme Dr. Dionélio, de Ivan Cardoso
1978 - Rio de Janeiro RJ - Realiza o penetrável Tenda-Luz para o filme Gigante da América, de Julio Bressane
1978 - São Paulo SP - Participa do evento Mitos Vadios, organizado por Ivald Granato, em um estacionamento da Rua Augusta. Escreve para o evento o texto Delirium Ambulatorium e realiza performance com o mesmo nome
1979 - Rio de Janeiro RJ - Participa como ator do filme O Segredo da Múmia, de Ivan Cardoso
1979 - Rio de Janeiro RJ - Participa como ator do filme Uma Vez Flamengo, de Ricardo Solberg
1979 - Rio de Janeiro RJ - Realiza o evento Kleemania, para o qual convida vários artistas, no Bairro do Caju
1979 - Rio de Janeiro RJ - Apresenta no Hotel Méridien o Penetrável Rijanviera PN27
1980 - Rio de Janeiro RJ - Realiza o evento Esquenta pro Carnaval, no Morro da Mangueira
ATIVIDADES OUTRAS
1964 - Rio de Janeiro RJ - Torna-se passista da escola de samba Estação Primeira de Mangueira
1965 / 1967 - Rio de Janeiro RJ - Trabalha como telegrafista na Companhia de Rádio Internacional do Brasil
1968 - Rio de Janeiro RJ - Coordena com Rogério Duarte o debate Loucura e Cultura, no MAM / RJ
1969 - Califórnia (Estados Unidos) - Participa com Lygia Clark do 1º International Tactile Sculpture Congress
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
1966 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria G4
1967 - Londres (Inglaterra) - Individual, na Signals Gallery
1969 - Londres (Inglaterra) - Hélio Oiticica: retrospectiva, na Whitechapel Gallery
1971 - Rhode Island (Estados Unidos) - Rhodislândia: contact, na Rhode Island University
1972 - São Paulo SP - Hélio Oiticica: metaesquemas, na Galeria Ralph Camargo
1979 - Rio de Janeiro RJ - Penetrável Rijanviera, no Café des Arts do Hotel Meridien
EXPOSIÇÕES COLETIVAS
1954 - Rio de Janeiro - 1ª Grupo Frente, na Galeria Ibeu Copacabana
1955 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Grupo Frente, no MAM / RJ
1956 - Resende RJ - 3ª Grupo Frente, no Itatiaia Country Club
1956 - Volta Redonda RJ - 4ª Grupo Frente, na CSN
1956 - São Paulo SP - 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM / SP
1956 - Montevidéu (Uruguai) - Pintura Brasileña Contemporanea, no Instituto de Cultura Uruguayo-Brasileño
1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM / SP
1957 - Buenos Aires (Argentina) - Arte Moderna en Brasil: esculturas, pinturas, dibujos e grabados, no Museo Nacional de Bellas Artes
1957 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta, no MAM / RJ
1959 - Rio de Janeiro RJ e Salvador BA - 1ª Exposição de Arte Neoconcreta, no MAM / RJ e no Belvedere da Sé
1959 - São Paulo SP - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM / SP
1960 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Exposição de Arte Neoconcreta, no MEC / RJ
1960 - Rio de Janeiro RJ - 9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM / RJ
1960 - Zurique (Suíça) - Exposição Internacional de Arte Concreta
1961 - São Paulo SP - 3ª Exposição de Arte Neoconcreta, no MAM / SP
1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1965 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 65, no MAM / RJ
1965 - Londres (Inglaterra) - Soundings Two Exhibit, na Signals Gallery
1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas - prêmio especial de pesquisa
1966 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 66, no MAM / RJ
1966 - São Paulo SP - Proposta 66, na Faap
1966 - Belo Horizonte MG - Vanguarda Brasileira, na UFMG
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional de Brasília
1967 - Paris (França) - 5ª Bienal de Paris
1967 - Tóquio (Japão) - 9ª Bienal de Tóquio
1967 - Rio de Janeiro RJ - Nova Objetividade Brasileira, no MAM / RJ
1967 - Brasília DF - 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, no Teatro Nacional de Brasília
1968 - Rio de Janeiro RJ - Bandeiras na Praça, na Praça General Osório
1968 - Rio de Janeiro RJ - O Artista Brasileiro e a Iconografia de Massa, na Esdi
1970 - Rio de Janeiro RJ - Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, na Funarte
1970 - Belo Horizonte MG - Do Corpo à Terra, no Palácio das Artes
1970 - Nova York (Estados Unidos) - Information, no MoMA
1972 - Rio de Janeiro RJ - Exposição, no MAM / RJ
1973 - São Paulo SP - Expo-Projeção 73
1976 - São Paulo SP - Arte Brasileira no Século XX: caminhos e tendências, na Galeria de Arte Global
1977 - São Paulo SP - 14ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1977 - São Paulo SP e Rio de Janeiro RJ - Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pesp e no MAM / RJ
1978 - São Paulo SP - O Objeto na Arte: Brasil anos 60, no MAB / Faap
1980 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici
EVENTOS ITAÚ CULTURAL
1997 - São Paulo SP - Tridimensionalidade na Arte Brasileira do Século XX, no Itaú Cultural
1998 - São Paulo SP - Fronteiras, no Itaú Cultural
1999 - São Paulo SP - Por que Duchamp?, no Paço das Artes / Itaú Cultural
1999 - São Paulo SP e Rio Janeiro RJ - Cotidiano / Arte. O Objeto - Anos 60 / 90, no Itaú Cultural e no MAM / RJ
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural
2001 - Belo Horizonte MG - Do Corpo à Terra: um marco radical na arte brasileira, no Itaú Cultural
HOMENAGENS / TÍTULOS / PRÊMIOS
1968 - Rio de Janeiro RJ - Tem seu trabalho documentado nos filmes Arte Pública, de Cirito Martins, e Apocalipopótese, de Raimundo Amado e Leonardo Bartucci
1974 - Nova York (Estados Unidos) - Julio Bressane realiza o filme Lágrima Pantera Míssil
1979 - Rio de Janeiro RJ - Ivan Cardoso realiza o filme HO
1981 - Rio de Janeiro RJ - Criado o Projeto Hélio Oiticica, destinado a preservar a obra do artista
1987 - Rio de Janeiro RJ - Belisário França realiza o vídeo Lygia Clark e Hélio Oiticica
1987 - Nova York (Estados Unidos) - Marcos Bonisson e Tavinho Paes realizam o vídeo H.O.N.Y.
1990 - Rio de Janeiro RJ - César Oiticica Filho e Andreas Valentin realizam o vídeo Hélio Mangueira Oiticica
1996 - Rio de Janeiro RJ - Fundado o Centro de Artes Hélio Oiticica, pela Secretaria Municipal de Cultura
EVENTOS PÓSTUMOS
1981 - Rio de Janeiro RJ - Quase Cinema, na Funarte
1982 - Rio de Janeiro RJ - Contemporaneidade: homenagem a Mário Pedrosa, no MAM / RJ
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM / SP
1984 - Rio de Janeiro RJ e Volta Redonda RJ - Grupo Frente 1954-1956, na Galeria de Arte Banerj
1984 - Rio de Janeiro RJ - Madeira, Matéria de Arte, no MAM / RJ
1984 - Rio de Janeiro RJ - Neoconcretismo: 1959-1961, na Galeria de Arte Banerj
1984 - Londres (Inglaterra) - Portraits of a Country: brazilian modern art from Gilberto Chateaubriand Collection, na Barbican Art Gallery
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas - Atitudes Contemporâneas: a arte e seus materiais, na Funarte
1985 - Rio de Janeiro RJ - Opinião 65, na Galeria de Arte Banerj
1986 - Resende RJ - Grupo Frente 1954-1956, na Galeria de Arte Banerj
1986 - Rio de Janeiro - JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte
1986 - São Paulo SP - O Q Faço É Música, na Galeria de Arte São Paulo
1986 - Rio de Janeiro RJ - 9º Salão Nacional de Artes Plásticas - Lygia Clak e Hélio Oiticica, no Paço Imperial
1987 - São Paulo SP - 9º Salão Nacional de Artes Plásticas - Lygia Clak e Hélio Oiticica, no MAC / USP
1987 - Rio de Janeiro RJ e São Paulo SP - 1ª Abstração Geométrica: concretismo e neoconcretismo, na Funarte e no MAB / SP
1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM / RJ
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d´Art Moderne de la Ville de Paris
1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no Sesc
1987 - São Paulo SP - Palavra Imágica, no MAC / USP
1987 - São Paulo SP - Tropicália 20 Anos, no Sesc Pompéia
1988 - Campinas SP - 13º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no MAC / Campinas - homenagem especial
1988 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil Projects, no Institute for Art and Urban Resources Inc
1988 - São Paulo SP - MAC 25 Anos: aquisições e doações recentes, no MAC / USP
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM / SP
1988 - Nova York (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States: 1920-1970, no Bronx Museum of the Arts
1989 - São Paulo SP - Acervo, na Galeria de Arte São Paulo
1989 - Londres (Inglaterra) - Art in Latin America: the modern era 1920-1980, na Hayward Gallery
1989 - São Paulo SP - Grupo Frente e Metaesquemas, na Galeria de Arte São Paulo
1989 - Rio de Janeiro RJ - Mundo Abrigo, na Galeria 110 Arte Contemporânea
1989 - Rio de Janeiro RJ - Pequenas Grandezas dos Anos 50, no Gabinete de Arte Cleide Wanderley
1989 - El Paso e San Diego (Estados Unidos) e San Juan (Porto Rico) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States: 1920-1970, no El Paso Museum of Art, no San Diego Museum of Art e no Instituto de Cultura Puertorriqueña
1990 - Madri (Espanha) - Art in Latin America: the modern era 1920-1980, no Palácio Velázquez
1990 - São Paulo SP - Coerência -Transformação, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
1990 - Rio de Janeiro RJ - Hélio Mangueira Oiticica, na Uerj
1990 - Flórida (Estados Unidos) - The Latin American Spirit: art and artists in the United States: 1920-1970, no Center for the Arts
1991 - São Paulo SP - Construtivismo: arte cartaz 40 / 50 / 60, no MAC / USP
1992 - Poços de Caldas MG - Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa da Cultura de Poços de Caldas
1992 - São Paulo SP - Branco Dominante, na Galeria de Arte São Paulo
1992 - Zurique (Suíça) - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus
1992 - Sevilha (Espanha) e Paris (França) - Latin American Artists of the Twentieth Century, na Estación Plaza de Armas e no Centre Georges Pompidou
1992 - Roterdã (Holanda), Paris (França) e Barcelona (Espanha) - Hélio Oiticica: retrospectiva, no Witte de With Center of Contemporary Art, na Galerie National du Jeu de Paume e na Fundació Antoni Tàpies
1993 - São Paulo SP - A Arte Brasileira no Mundo, uma Trajetória: 24 artistas brasileiros, na Dan Galeria
1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA
1993 - Lisboa (Portugal), Mineápolis (Estados Unidos) e Rio de Janeiro RJ - Hélio Oiticica: retrospectiva, no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, no Walker Art Center e no Centro de Arte Hélio Oiticica
1993 - Colônia (Alemanha) e Nova York (Estados Unidos) - Latin American Artists of the Twentieth Century, no Kunsthalle Cologne e no MoMA
1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria de Arte do Sesi
1994 - São Paulo SP - 22ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal - sala especial
1994 - São Paulo SP - Bloco - Experiências in Cosmococa - Programa in Progress, na Galeria de Arte São Paulo
1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MAM / RJ
1994 - Rio de Janeiro RJ - Trincheiras: arte e política no Brasil, no MAM / RJ
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC / USP:1920-1970, no MAC / USP
1996 - São Paulo SP - Desexp(l)os(ign)ição, na Casa das Rosas
1996 - Rio de Janeiro RJ - Tendências Construtivas no Acervo do MAC / USP: construção, medida e proporção, no CCBB
1997 - Kassel (Alemanha) - 10ª Documenta
1997 - Porto Alegre RS - 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, na Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul
1997 - Washington D.C. (Estados Unidos) e São Paulo SP - Escultura Brasileira: perfil de uma identidade, no Centro Cultural do BID e no Espaço Cultural Safra
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1998 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira no Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo: doações recentes 1996-1998, no CCBB
1998 - São Paulo SP - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM / SP
1998 - Niterói RJ - Espelho da Bienal, no MAC / Niterói
1998 - Rio de Janeiro RJ - Hélio Oiticica e a Cena Americana, no Centro de Artes Hélio Oiticica
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Masp
1998 - Los Angeles (Estados Unidos), Viena (Áustria) e Barcelona (Espanha) - Out of Actions Between Performance and the Object: 1949-1979, no Museum of Contemporary Art, no Austrian Museum of Applied Arts e no Museo de Arte Contemporáneo
1998 - Rio de Janeiro RJ - Poéticas da Cor, no Centro Cultural Light
1998 - São Paulo SP - Teoria dos Valores, no MAM / SP
1999 - Brasília DF - LHL: Lygia Clark, Hélio Oiticica, Lygia Pape, na Galeria da CEFl
1999 - Rio de Janeiro RJ - Arte Construtiva no Brasil: Coleção Adolpho Leirner, no MAM / RJ
1999 - Rio de Janeiro RJ - Do Plano ao Espaço, no Centro de Artes Hélio Oiticica
1999 - São Paulo SP - O Brasil no Século da Arte, na Galeria de Arte do Sesi
1999 - Tóquio (Japão) - Out of Actions Between Performance and the Object: 1949-1979, no Hara Museum of Contemporary Art
1999 - Los Angeles (Estados Unidos) - The Experimental Exercise of Freedom, no Museum of Contemporary Art
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Contemporânea, na Fundação Bienal
2000 - Rio de Janeiro RJ - Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial
2001 - São Paulo SP - Espelho Cego: seleções de uma coleção contemporânea, no MAM / SP
2001 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil: body and soul, no Solomon R. Guggenheim Museum



Contexto


ESCOLAS / MOVIMENTOS
Figurativo: Nova Figuração
Abstrato: Abstração Geométrica
Construtivo: Concretismo, Neoconcretismo
Conceitual: Arte Conceitual
Performático: Parangolé, Arte Plurissensorial
GÊNEROS / TENDÊNCIAS
Composição Abstrata Geométrica, Objeto, Instalação (tropicália), Roupa (parangolé), Composição Figurativa
MARCOS
1954 - Grupo Frente
1956 - Exposição Nacional de Arte Concreta
1959 - Grupo Neoconcreto
1965 - Opinião 65
1966 - Bienal da Bahia
1967 - Nova Objetividade Brasileira
1970 - Do Corpo à Terra
1973 - Expo-Projeção 73



Referências


FONTES DE PESQUISA

AMARAL, Aracy (Org.). Projeto construtivo brasileiro na arte:1950-1962. Rio de Janeiro: MAM, 1977. 357 p.. il.

BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, 22., 1994, São Paulo. Catálogo geral de participantes. Apresentação Edemar Cid Ferreira. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo, 1994. 438 p., il. color.

BRITO, Ronaldo. Neoconcretismo:vértice e ruptura do projeto construtivo brasileiro. Tradução Lia Wyler. Rio de Janeiro: Funarte, 1985. 119 p., il. color.

CARDOSO, Ivan. A arte penetrável de Hélio Oiticica. Folha de São Paulo, São Paulo, 16 nov. 1985. p. 48.

FARIAS, Agnaldo. Complexidade e preconceito. Guia das artes, São Paulo, Ano 7, n. 30, p. 26-27, nov. / dez. 1992.

FAVARETTO, Celso. A invenção de Hélio Oiticica.São Paulo: Edusp, 1992. 234 p., il. p&b.

FAVARETTO, Celso. A música nos labirintos de Hélio Oticica. Revista USP, São Paulo, n.4, p. 45-54, dez. / fev. 1989-1990.

FAVARETTO, Celso. Oiticica excêntrico. Guia das artes, São Paulo, Ano7, n. 30, p. 22-25, nov. / dez.1992

GARCIA, Gardênia. O artista da terceira margem. Arte Hoje, Rio de Janeiro, v.2, n.16, p.11-13, out. 1978.

GRUPO frente: I Exposição Nacional de Arte Abstrata: 1954-1956: Hotel Quitandinha-1953. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Banerj, 1984. [72] p., il. p&b.

JUSTINO, Maria José. Seja marginal, seja herói:modernidade e pós-modernidade em Hélio Oiticica. Curitiba: UFPR, 1998. 103 p., il. color.

LEITE, José Roberto Teixeira. 500 anos da pintura brasileira. [S.l.]: Log On Informática, 1999. 1 CD-ROM Sonoro.

LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988. 555 p., il. color.

LYGIA Clark e Hélio Oiticica. Rio de Janeiro: Sala Terreiro do Paço Imperial. 1986. 123 p., il. color.

MATESCO, Viviane. Corpo-cor em Hélio Oiticica. In: BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, 24., 1998, São Paulo. Núcleo histórico: antropofagia e histórias de canibalismos. Curadoria Paulo Herkenhoff, Adriano Pedrosa. São Paulo: Fundação Bienal de São Paulo. 1998. p. 386-391.

MODERNIDADE:arte brasileira do século XX. Curadoria Aracy Amaral, Frederico Morais, Roberto Pontual, Marie-Odile Briot; prefácio Celso Furtado; apresentação Pierre Dossa; texto crítico Aracy Amaral; Roberto Pontual. São Paulo: Hamburg, 1988. p. 84.

OITICICA, Hélio. Aspiro ao grande labirinto.Introdução Luciano Figueiredo; Mário Pedrosa; compilação Luciano Figueiredo; Lygia Pape; Wally Salomão. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. 134 p., il. p&b.

OITICICA, Hélio. Bases fundamentais para uma definição do parangolé. Arte em revista, São Paulo, ano 5 , n.7, p. 39-44, ago. 1983.

OITICICA, Hélio. Hélio Oiticica.Rio de Janeiro: Centro de Arte Hélio Oiticica. 1997. 277 p., il. color.

OITICICA, Hélio. Hélio Oiticica:Grupo Frente, metaesquemas. São Paulo: Galeria São Paulo. 1989. il. color.

OITICICA, Hélio. O Q faço é música.São Paulo: Galeria de Arte São Paulo, 1986. il.

OPINIÃO 65. Curadoria Frederico Morais; apresentação Frederico Morais. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Banerj, 1985. [72] p., il. p&b.

PEDROSA, Mário (Org.); AMARAL, Aracy (Org.). Dos murais de Portinari aos espaços de Brasília. São Paulo: Perspectiva, 1981. 421 p.

PONTUAL, Roberto. Entre dois séculos:arte brasileira do século XX na Coleção Gilberto Chateaubriand. Prefácio Gilberto Chateaubriand; apresentação M. F. do Nascimento Brito. Rio de Janeiro: JB, 1987. 585 p., il. color.

SALOMÃO, WALY. Hélio Oiticica:qual é o parangolé?. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1996. 123 p., il. p&b.

ZANINI, Walter (Org.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walther Moreira Salles: Fundação Djalma Guimarães, 1983. v. 2, il. color.


FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão

HALLOWEEN - A HISTÓRIA DO HALLOWEEN


HALLOWEEN
A HISTÓRIA DO HALLOWEEN

            O Halloween é uma celebração anual muito comum em vários países. Mas que celebração é essa? E onde esse evento tão peculiar teve origem? Será um tipo de culto às coisa do mal? Ou será somente a continuidade de um rito pagão antigo? Apesar de ser um acontecimento tradicional em paises como os Estados Unidos, o Reino Unido, dentre outros, o Halloween no Brasil começou a ser comemorado somente a poucos anos e, mesmo hoje ainda está restrito às capitais e grandes cidades.
            A palavra Halloween tem sua origem na igreja católica e vem da contração feita de maneira errada da expressão "All Hallows Eve" que significa Dia de Todos os Santos, e corresponde ao dia Primeiro de Novembro, que no catolicismo é o dia de reverencia aos Santos mortos.  Mas no 5o.Século Antes de Cristo, na Irlanda Céltica, o verão terminava oficialmente no dia 31 de outubro. Esse dia marcava o início do ano céltico e era comemorado com um feriado denominado Samhaim. A história diz que, naquele dia, os espíritos desencarnados de todos aqueles que morreram no decorrer do ano, voltavam na busca de corpos de pessoas vivas nas quais eles habitariam durante o ano que se iniciava. Acreditava-se que essa era a única esperança de vida após a morte. Os celtas acreditavam que todas as leis de tempo e espaço ficavam suspensas durante este tempo permitindo aos espíritos um inter-relacionamento com os vivos.
Naturalmente, os que estavam vivos não queriam ser possuídos pelos espíritos dos mortos. Então, na noite de 31 de outubro, os habitantes dos vilarejos apagavam os fogos em suas casas, para torná-las frias e indesejáveis. Eles então se vestiam com roupas fantasmagóricas e realizavam desfiles barulhentos pela vizinhança, sendo tão destrutivos quanto possível, de maneira a assustar e amedrontar os espíritos que estavam a procura de corpos para possuí-los.
            Durante a era  Romana, estes adotaram as práticas célticas como se fossem suas. Porém, na medida em que a crença na possessão foi perdendo terreno, a prática de se vestir como espantalhos, fantasmas e bruxas foi transformada de uma crença religiosa para um cerimonial apenas.
            O costume do Halloween foi trazido para os Estados Unidos na década de 1840 pelos imigrantes irlandeses que saiam de seu país pela escassez de seu principal alimento, a batata. Nessa época, a travessura (brincadeira) favorita na Nova Inglaterra (nos Estados Unidos), era escrever sobre as paredes das casas e retirar as trancas dos portões.
            O costume do trick-or-treating (travessura-ou-gostosuras : dê-nos coisas gostosas ou faremos travessuras) parece não ter origem nos célticos mas sim em costume europeu do século 9 chamado "Souling". No dia 2 de Novembro,      Dia de Todas as Almas ou Dia dos Mortos, os cristãos andavam de Vila em Vila para ganharem as chamadas "Soul Cakes", ou tortas feitas com pedaços quadrados de pão e groselha. Quanto mais tortas recebiam, mais orações eles prometiam em memória dos parentes mortos daqueles que doavam as tortas. Naquela época, acreditava-se que os mortos permaneciam num limbo por um período de tempo após a morte e, através de orações, mesmo de estranhos, aconteceria a passagem do limbo para o céu.
            A Abóbora-lanterna, (em inglês Jack-o-lantern) tem origem no folclore irlandês. Segundo a estória, um homem chamado Jack, que era um notório beberrão e trapaceiro, fez um trato com o Diabo que estava em cima de uma árvore. Jack então esculpiu a imagem de uma cruz no tronco da árvore, como uma armadilha para prender o Diabo onde estava, ou seja, em cima da árvore. Jack fez então um acordo com o Diabo: se ele nunca o tentasse ou atormentasse, Jack apagaria a cruz e o deixaria descer da árvore.
            De acordo com o conto, depois que Jack morreu, sua entrada no céu foi negada por causa do seu trato com o Diabo, mas também lhe foi negada a sua entrada no inferno porque ele enganou o Diabo. Então o Diabo deu-lhe uma vela para iluminar o seu caminho através da fria escuridão. Então Jack colocou a vela dentro de um grande nabo, para mantê-la acesa por mais tempo. O nabo foi esculpido para ficar oco e com buracos para dar passagem a claridade emitida pela luz da vela.
            Originalmente os irlandeses usaram nabos para fazerem suas Lanternas de Jack. Porém, quando os imigrantes chegaram aos Estados Unidos, eles encontraram as abóboras, muito mais adequadas do que  os nabos e, até hoje, é o símbolo mais marcante do evento.
            Então, apesar de alguns cultos e trabalhos satânicos terem adotado o Halloween como seu feriado favorito, o dia não teve origem em nenhuma prática demoníaca como algumas pessoas suspeitam. Ele cresceu a partir dos rituais de celebração do ano novo pelos celtas e de rituais europeus na idade média. Hoje o Halloween é apenas o que cada um faz dele, bem ou mal.


FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão

FUTEBOL E CIVISMO


FUTEBOL E CIVISMO

Na Atualidade



     Não é novidade para ninguém que o Brasil está apresentando um futebol medíocre nos últimos anos e tendo sérias dificuldades na classificação para a copa do mundo de 2002. Por outro lado, ninguém desconhece a tradição e o potencial deste esporte. Não é por acaso que o país detém os maiores títulos e escores, sendo ainda considerado a grande paixão nacional. Temos intelectuais ilustres, homens famosos nos negócios, heróis da guerra e da paz; temos como patrícios o pai da aviação e a águia de Haia; de vez em quando surgem atletas geniais no automobilismo e no tênis e até mesmo nos damos ao luxo de doar ao mundo santos eclesiásticos, mas o ponto forte da alma brasileira está mesmo na bola.
     Sei que um preâmbulo dessa natureza pode induzir o leitor a imaginar que esta crônica se desenvolva unicamente sobre futebol, mas esse não é seu escopo principal. Quero abordar a relação desse esporte com o hino e outros símbolos nacionais. Não trato de aspectos históricos, mas tão somente o senso de nacionalidade, a sensação patriótica e a emoção forte e autêntica pelas bandeiras trepidantes e pela música e letra do hino brasileiro ostentados num estádio de futebol. Refiro, especificamente, à abertura da partida realizada anteontem no estádio olímpico de Porto Alegre, quando uma multidão de aproximadamente cinqüenta mil pessoas torcia pelo Brasil, no jogo contra o      Paraguai, numa demonstração eloqüente de altivez, cidadania e civilidade.
     Todos são testemunhas de que, nas últimas décadas, o pavilhão verde-amarelo anda recluso, ausente das praças, escolas e repartições públicas. Quando içado, o tecido é velho, sem brilho, desbotado ou sujo. Tão augusta, tão linda, mas pobre bandeira! É comum assistir entre nossos atletas e concidadãos um hino nacional mal cantado, espremido pelos cantos da boca ou trapaceado em arremedos. O espetáculo vivido em Porto Alegre difere totalmente desse quadro e constitui-se, portanto, numa bela lição, exemplo e modelo.
     Não se pode atribuir a degenerescência do senso de nacionalidade ao processo globalizante que persuade, alicia e quebra todo tipo de fronteiras. A negligência e desprezo aos nossos símbolos nacionais não podem ser atribuídos a esse destempero. Suas causas são outras, talvez culturais, fruto de colonização mais antiga e grosseira, onde imperavam a chibata, o flagelo e o degredo. Os países ricos e desenvolvidos dão uma demonstração eloqüente de zelo, apreço e respeito aos seus símbolos, apesar de seus negócios e interesses rondarem o mundo inteiro. Se países pobres, como o Brasil, são vítimas de tantas mazelas e parece haver uma tendência mórbida de se aprender tantas coisas imprestáveis com os donos mundiais da riqueza, por que não aprender com eles essa lição de civismo e nobreza?
     Foi realmente majestosa e edificante a imagem daquele estádio repleto de gente bonita, com bandeiras tremulando e um hino nacional cantado com sentimento estampado no rosto e no peito. Que essa lição gaúcha sirva de exemplo eficaz e duradouro. Um país para ser grande, no sentido verdadeiro da palavra, tem que cultivar seus símbolos, pois eles são testemunhas dos seus feitos, da sua história e do seu destino. O futebol, a bandeira, o hino e tantos outros elementos representativos da pátria devem ser cultivados não somente porque se constituem símbolos, mas sobretudo porque são marcas de afirmação coletiva, signos de orgulho de uma nação e retratos da alma de um povo.


FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão